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Ligada em moda e na economia, do supérfluo ao essencial, eu gosto daquilo que brilha e daquilo que me inspira.

PEC 37 - Nova Constituinte?


Nova Constituinte? - IBSEN PINHEIRO


ZERO HORA - 28/11/2012


Tramita na Câmara dos Deputados em alta velocidade uma proposta de emenda constitucional que estabelece o monopólio da investigação criminal para a Polícia Federal e as polícias civis dos Estados, afetando diretamente a competência concorrente atribuída a diversas outras instituições públicas vinculadas a todos os poderes da República.

A Constituinte debateu exaustivamente o tema, praticamente esgotando-o para consagrar a noção de que o combate à criminalidade deve ser plural, uma incumbência de todo o aparelho estatal, para ser mais efetivo e para que se exercite o controle recíproco que é da própria natureza das instituições públicas, prevenindo, assim, o risco, sempre presente, de apropriação criminosa de parcela do poder estatal, como infelizmente acontece. Assim é, por exemplo, que a Receita investiga os crimes fiscais e o IBAMA averigua os crimes ambientais, cada qual chamando a polícia quando necessário.

Em 87/88, as polícias civis sustentaram a posição perdedora. Estarão pretendendo uma nova Constituinte? Estranho é que só o Ministério Público tenha feito a condenação formal da emenda invasiva, talvez por sua vocação histórica para a repressão criminal, vinculada à sua própria origem, e também por perceber que a mais recente das suas atribuições, criada pela Constituição de 88, poderá perder todo o sentido. Como exercer o controle externo da atividade policial se o monopólio pode transformar essa mesma atividade numa caixa-preta?

A argumentação que sustenta a PEC 37 é tão precária quanto a sua redação, lembrando-me o ilustre senador gaúcho Mem de Sá, que classificava um adversário de velho desafeto da verdade e da gramática. Juntando sujeito no singular e verbo no plural, esse é o menor dos pecados da PEC 37. O maior é prevenir-se contra a reação parlamentar ao esvaziamento das CPIs, afirmando que não haveria a revogação tácita de sua competência de exercer os poderes próprios das autoridades judiciais. Não seria tácito, o conflito insólito seria expresso para nulificar qualquer invasão do monopólio que se pretende erigir. O próprio Judiciário ficaria adstrito à competência única de chamar a polícia, privado até da alternativa jocosa criada pelo gênio de Chico Buarque.

A emenda só não tem um defeito, o da burrice. É esperta quando procura arreglar-se com suas futuras vítimas, os parlamentares e os magistrados, o que faz disfarçadamente, mas para não correr o risco do atrevimento, não é nada tácita e preserva expressamente a competência dos militares na matéria. Ninguém é de ferro.

A PEC 37 e sua sustentação concentram o ataque no órgão que por sua própria natureza coleciona atritos, o Ministério Público, essa instituição que não prende nem solta, muito menos condena ou absolve, mas que no cumprimento de suas ásperas atribuições constitucionais obriga-se a questionar quase a tudo e a todos, colecionando inimigos quando erra e mais ainda quando acerta.

NB - Todo este debate na Câmara dos Deputados seria desnecessário se na Mesa ou na Comissão de Justiça se tivesse invocado o dispositivo constitucional do art. 60, 4, III, no qual se veda a tramitação de emenda atentatória à separação dos poderes, que é o que escancaradamente faz a PEC 37 ao subordinar o juiz e o promotor à orientação do delegado.


Informação x Conhecimento



Nos últimos meses tenho me dedicado a pesquisa, uma pesquisa voltada para a busca do conhecimento e não meramente da informação, como se resigna a maior parte dos trabalhos jornalísticos. No processo de produção da notícia e da busca por informação, os deadlines e prazos de entrega se encurtam a medida que a velocidade com que as notícias se propagam aceleram e se disseminam. 

Todos querem participar daquele momento do registro da história, informar, se sentir informado, estar preparado não somente para entrevistar, mas também para ser entrevistado pelos curiosos, que inevitavelmente criam expectativa quando conversam com um jornalista. 

A sociedade espera que os jornalistas saibam sobre quase tudo, que seja um intelectual, político e dotado de um senso crítico afiadíssimo. Isso glamorisa, encanta, hipnotiza. Não vou mentir aqui, isso é ótimo, adoro todas estas características, mas sou daquelas que gosta de honrar os títulos e atribuições e não me contento com o superficial, agora estou atrás do conhecimento. 

Neste mês de outubro participei de dois eventos na área da comunicação em São Paulo. O primeiro foi a 68ª Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que se propôs discutir o futuro do jornalismo e da profissão e o II Congresso Internacional de Comunicação e Consumo, organizado pela ESPM São Paulo.

Dois eventos distintos, com fins e propósitos diversos, tratando do mesmo campo: a Comunicação. Ambos encontros poderiam contribuir para o desenvolvimento de conhecimento aplicável e acumulável, para ser transmitido e disseminado, no entanto o que percebi foi evidente, interesses comerciais ainda caminham em caminhos distintos dos percorridos pelos ansejos acadêmicos. 

Enquanto a SIP procurou colocar a baila as opiniões comerciais de painelistas e palestrantes renomados, no alto de seus cargos de chefias das grandes redações e veículos de comunicação, o Congresso procurou através de pesquisas, expor situações cotidianas, estudos de caso, instigar o real debate que a comunicação necessita na Era da Informação, levantando tema de extrema relevância e valor social: o consumo nas mídias.

Jornalista com diploma ou sem diploma? 

Eu não crítico o evento realizado pela SIP como um todo, tiveram sim ideias interessantes a serem compartilhadas, principalmente ao que se refere ao investimento em novas tecnologias e em profissionais que trabalham com multiplataformas. 

No entanto, no meu ponto de vista o debate privilegiou a exposição de uma ideologia dominante economicamente, exigente e por que não hipócrita se levarmos em conta tantas contradições ao se exigir elevado grau das técnicas dos profissionais mas desprezar a necessidade de diploma para a profissão?

Eu admiro todos os profissionais que estavam lá presente. Eu admiro aqueles que se destacam, procuro conhecer o caminho daqueles que alcançam o sucesso para me inspirar. Mas trilharei meu caminho agregando bons exemplo as minhas iniciativas e ideologias.

Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, admirável profissional, falou sobre questões inerentes a profissão ao destacar a importância de aliarmos conhecimentos teóricos clássicos da comunicação ao conhecimento tecnológico e informacional. Apesar desse reconhecimento, ao ser questionado sobre sua opinião a respeito da necessidade de diploma para exercer a profissão como jornalista profissional, Gandour foi categórico: "sou contra a necessidade do diploma". 

De pronto Gandour respondeu a pergunta, frente a dezenas de jovens estudantes de comunicação, chocados, que investiam tempo do seu domingo para ouvir os profissionais que acreditam admirar. Eu? Fiquei decepcionada e cheia de dúvidas.

Primeiro gostaria de saber: aqueles profissionais que não passam pela formação acadêmica, onde temos profissionais capacitados para nos orientar, de onde tirarão conhecimento sobre as teorias clássicas do conhecimento? Qual seria o território ideal para entrar em contato com as tecnologias? Para a prática ser acessível aqueles que sonham desempenhar a profissão mas não nasceram em família renomada?

Se as Faculdades e Escolas no Brasil oferecem uma educação ineficiente será isso responsabilidade dos estudantes que acreditam estar investindo no conhecimento? Em um país que depende de cotas para garantir inclusão e acesso a educação é no mínimo contraditório negar a necessidade de diploma para exercer profissão de elevada importância social e econômica para o país. 

Esperança na pesquisa acadêmica

Em um contraponto do desgosto que foi assistir aos renomados profissionais, tive oportunidade de resgatar minhas esperanças ao assistir a apresentação de trabalhos acadêmicos sobre consumo na comunicação. A partir de pesquisas, reflexões, debates, estudos de caso, diversos estudiosos apresentaram seus trabalhos no II Congresso Internacional de Comunicação em Consumo na ESPM, resultado de esforço, de abdicação e de muita pesquisa.

Guillermos Orozco, pesquisador de processos de recepção, comunicação e educação da Universidade de Guadalajara - México, que esteve presente no congresso, fez uma excelente participação, de forma sucinta e didática apresentou questões sobre o futuro não só da comunicação, como da educação. Orozco destacou aspectos sobre reação interativa nas mídias e o lado positivo das chamadas transmídias e criticou o fato da comunicação na América latina ser ainda utilizada na manutenção da hegemonia do poder. 

Minha impressão é que falta sinergia do mercado com o conhecimento. Não precisamos somente de profissionais no Brasil, precisamos também de uma economia interessada em investir para ter bons profissionais no futuro. Como diz o Prof. Dr. Jorge Gonzàlez de forma bastante simples, não se produz conhecimento, como se faz um pão de queijo. Conhecimento exige esforço, interesse, investimento,pesquisa e tempo.  

O importante aqui não é somente criticar. O meu desejo mais intrínseco e verdadeiro é contribuir para ampliar as arenas de conhecimento e de debate de maneira que eu possa contribuir algum dia para estimular a busca por mais qualidade de informações no jornalismo, valorizar profissionais que atuam nesta profissão e principalmente estimular a comunicação. 




Delícia de café da manhã

Foto: Tadeu Brunelli                                            Fonte: Harpers Bazaar Brasil


A ideia de cafés da manhã completos sempre me agradaram. Para mim, pessoalmente, a melhor parte da estadia em um hotel pode ser o café da manhã. Eu amo essa refeição, para mim ela é sagrada, mais até do que o almoço muitas vezes.

Vi na Harper's Brasil uma sugestão de lugar e achei ótimo compartilhar. Não é um hotel, é uma cafeteria e isso me agradou mais ainda. Neste caso você não precisa passar a noite em um hotel ou ir até um para poder ter um café da manhã delicioso e completo. A dica da revista é sugere um lugar em São Paulo. Moro no Sul do país but achei a ideia sensacional, poderia se disseminar por aqui, né?

A principal ideia é propagar a busca por qualidade e bons serviços. 


A doceria e café Kukla – que passou recentemente por uma pequena ampliação – acaba de ganhar um novo terraço. E, para comemorar a novidade, Luisa Lorch passa a servir café da manhã todos os dias, e brunch aos sábados.
O novo menu ainda conta com vários formatos, como o café da manhã continental, que inclui mini pães com geleias, mel e manteiga, muffin ou uma fatia de bolo. Para beber: suco natural de laranja ou tangerina. Quem preferir, pode pedir frutas da estação, iogurte com granola, omelete e ovos mexidos.
No cardápio do brunch, há opções como os sanduíches tostados – que podem ser de queijo gruyère com presunto ou de cogumelos -, e o salmão defumado com salada de ovo e pepinos com dill.  Para acompanhar, além dos sucos naturais, há os sucos orgânicos, o chá gelado de hibiscus, bebidas quentes e cervejas, com e sem álcool.

Kukla
Alameda Itu, 1306 – Jardins – São Paulo
(11) 3062-0775

Matéria publicada em: http://harpersbazaar.com.br/blog/2012/10/brunch-de-final-de-semana-kukla-inclui-cafe-da-manha-em-seu-menu/

Tudo é Óbvio: desde que você saiba a resposta




Estava lendo o programa de disciplinas de uma universidade e me deparei com a indicação deste livro. O título é bem sugestivo e comercial (in english - Everything is Obvious: Once you know the answer), mas o mais interessante é o modo como autor nos coloca a questionar diversos padrões de raciocínio, o senso comum. Dunca Watts é pesquisador-chefe da Yahoo! Reasearch e professor de sociologia na Universidade de Columbia, NY. 

Watts expõe no livro o complexo mecanismo de julgamento baseados no senso comum e propõe um novo jeito de pensar o comportamento humano. 'Tudo é Obvio' demonstra que o senso comum dificilmente é aplicado para prever, mas sim como retrospectiva após sabermos o resultado. O autor afirma que este comportamento é atribuído principalmente a influência que sofremos de outras pessoas, e como resultado de um processo de lógico como muitas pessoas justificam. 

Entendendo quando e como o senso comum falha, nós podemos planejar para o futuro e entender melhor o presente. Explicações que parecem obvias em um primeiro momento, quando descobrimos a resposta são menos úteis do que imaginamos. 

Com base na mais recente pesquisa científica, juntamente com uma riqueza de exemplos históricos e contemporâneos, Watts mostra como o raciocínio de senso comum e da história conspiram para nos enganar em acreditar que entendemos mais sobre o mundo do comportamento humano do que realmente sabemos. 

Nesta tentativa de tentar prever, gerenciar ou manipular sistemas econômicos e sociais a partir do senso comum muitas vezes conduzimos estratégias e análises ao erro. A verdade, como explica Watts, é que escolhemos a sabedoria do senso comum que seja apropriada para se aplicar a cade momento.

 
Não pretendo aqui exaurir e esmiuçar todo o conteúdo do livro. Posso dizer, que, como comunicadora o livro é enriquecedor a medida que nos tira da área de conforto de pensamentos lineares. Um trecho que achei muito interessante é quando ele diz 'o senso comum é 'comum' apenas enquanto duas pessoas dividem experiências sociais e culturais similares. Portanto, discordância fundadas neste viés são infindáveis e não tendem a convencer nem a ti, nem ao outro.

Eu li o livro e assisti toda a palestra dele que postei aqui. Para quem sabe inglês e gosta de aprender sobre esta área é uma boa, acessa aí!




Bom de ouvir, bom para dançar!

Estava na internet procurando boas músicas. Gosto de tudo um pouco, sem querer parecer "a eclética", termo generalista, mas é verdade que nunca me limitei a dizer gosto somente disto e não gosto daquilo.

Para mim música é uma questão de sentimento passageiro. Uma hora você gosta, na outra ama e não outra nem faz questão. Nessa busca, estava assistindo alguns vídeo no You Tube e goste muito de cara, o "Cosmo Klein". Ele é bom!  Não tem apenas uma música boa, mas várias! Interessante que no clipe dele ele sempre é o centro. Não é como muitos clipes de música eletrônica que mostra praias paradisíacas, gostosas e gostosões!

Pode ser que muitos já conheçam ele, ele é bem famoso, mas ai vão dicas das músicas que já estão na playlist do meu iPod.

Cosmo Klein - By Tonigh 



KeeMo feat. Cosmo Klein - Beautiful Lie





Jean Elan feat. Cosmo Klein - Feel Alive (Official Video)




Crítica de Cinema: On the Road - Na estrada



Fui assistir a este filme sem muita expectativa, fiz uma breve leitura de seu resumo e na leitura nada especial chamou minha atenção logo de cara ou evidenciava ali um filme que me agradaria. Mas o fato é que me identifiquei com o nome do filme e sentei lá, atenta a todas as cenas em mais de 2h30 de filme.

O título "Na Estrada" foi o que me atraiu primeiramente, consecutivamente, o nome do diretor e a atriz Kristen Stewart. Eu gosto dos filmes que me surpreendem, e este é um exemplo. O filme tem um salto de emoção e adrenalina que não se espera nas primeiras cenas, mas que logo se encaixam e se desenrolam em sincronia, tornando o filme loucamente excitante, o que nos faz querer saber o seu desfeixo.

Estamos acostumados a ver sexo e nudez nos filmes e telenovelas, mas o sexo deste filme, ao meu ver, me pareceu mais carnal, natural, espontâneo, instintivo. Ali eu vejo o impulso e desejo pelo ser e não pelo capital, como vemos na maioria dos filmes comerciais hoje em dia, sempre vendendo algo no sexo.

Algo no filme me lembrou ao clássico "O Último Tango em Paris", talvez por que me chocou tanto quanto, ou talvez pela semelhança nos instintos mais intrínsecos e depravados da natureza humana. A verdade é que o enredo deste, muito mais me fixou a atenção do que o clássico com Marlon Brando.

Um dos pontos principais do filme é a expressão artística, um retrato daquele grupo, que coloca jovem escritores novaiorquinos no centro do enredo, o que também é inspirador. Não pelas loucuras, alcool e todos os tipos de drogas que eles procuram a inspiração, mas por verem na vida a arte, e num rabisco, um pedaço de papel qualquer e um lápis, a concretização de sua expressão.

Os atores estão incríveis, o personagem Dean (Garrett Hedlund) é impecável em sua atuação, em todos os aspectos seu personagem parece real, ele esta no papel de corpo e alma. Sal Paradise (Sam Riley), personagem a partir do qual se desenvolve a história, representa com os olhos. Kristen Stewart surpreende em cenas marcantes do filme, e da alma, apesar de ainda poder identificar nela traços iguais em quase todas suas personagens.

Na Estrada não restringe a mostrar três jovens que procuram algo que não sabem o que é e pegam a estrada. O longa transmite paixão, arte, vida, uma geração retratada em todos os aspectos. A musica, a literatura, os cenários são elementos que enriquecem o vídeo e a atuação encantadora e marcante do elenco.


Comparações com a literatura me parecem descabidos. Os sentidos despertados são outros e a verdade é que ao ver este filme fiquei ainda mais curiosa para ler o livro inspirador. 



"Os únicos que me interessam são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam ou falam obviedades, mas queimam, queimam.... queimam como fogos de artifício em meio a noite"   

Curiosidade:

Baseado no romance de Jack Kerouac, On the Road lançou as bases da geração chamada Beat, um grupo caracterizado por dizer não ao conformismo. Os Beats propunhan sexo selvagem, uso de drogas, afastamento das raízes familiares e a escrita experimental, uma geração que viveu dos anos de 1950 à 1970. 

Os Beats também introduziram a poesia e a prosa que soavam como jazz, a literatura que adotava religiões orientais (o budismo, acima de todas), os temas dos índios americanos, a homossexualidade, a resistência ao alistamento militar e toda uma gama de ideias anteriormente inaceitáveis.




Eleições 2012

Jornalista jovem corre, sabia? Resolvi escrever um post pessoal hoje, um breve depoimento. Afinal, são tantas laudas e releases informativos produzidos para suprir a demanda de imprensa e as necessidade de estabelecimento de uma imagem de uma assessoria de comunicação, que acabamos não tendo tempo, nem espaço, para a expressão criativa livre.

Depois de viajar a Europa, eu resolvi me inspirar: trabalhando! Sim, nada mais inspirador para minha mente inquietada do que trabalhar, pensar e elaborar. Sou uma artista em essência, a questão é que acabei deixando de lado no meio de tantas técnicas da comunicação a habilidade para expressar a arte nas telas e nos palcos, e desenvolvi a arte de expressar minha criatividade e talento nas mídias.

Logo que retornei ao Brasil recebi um convite, trabalhar nas eleições 2012 na cidade que nasci, interior do Rio Grande do Sul. Pensei, isso será um desafio, logo, estou dentro!

O primeiro desafio: viver no interior. Nasci aqui, mas minha identidade é com os grandes centros do mundo. Viajada, agitada e CONTESTADORA são características que tornam este trabalho desafiador.

Segundo desafio: desenvolver um projeto de comunicação eficiente para o candidato contratante;

Terceiro e maior desafio: "Convencer" as pessoas envolvidas em uma campanha da importância da cultura de comunicação e não simplesmente do lançamento de propaganda e notícia sem consciência realmente da real importância da comunicação;

(data original do post 26/07/2012)

Tips and Tricks Makeup - Primers

Nos últimos anos a tecnologia utilizada na produção de maquiagens tem evoluído muito. Há anos atrás maquiagem boa era aquela que simplesmente não apresentava nenhuma reação alérgica ou irritação. Hoje, as maquiagens garantem padrão de qualidade, não causam reações e, principalmente, tem qualidade e muitos benefícios a oferecer.

Neste setor de maquiagens e tecnologia, tenho observado a evolução dos primers. Uma loção de cor translúcida ou branca, que geralmente se aplica antes da base (caso você use base), e é usada para uniformizar a textura da pele, iluminar e garantir a fixação da make por longas horas. Sabe aquela textura aveludada da pele? O primer oferece isso mesmo após suar a camisa pois ele ajuda a fixar a maquiagem e manter efeito.

Você consegue encontrar hoje em dia primers para região dos olhos, face e boca. O mais essencial de todos, em meu ponto de vista, é o que você pode usar em toda a face. É super útil e não tem substituto como no caso dos outros utilizados para áreas específicas.

Segue aqui 7 produtos que testei e aprovei, e por último um produtinho M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O que achei no Duty Free e amei. (dica para lojistas e comerciantes no Brasil: deixe a disposição amostras para experimentação, assim é que se propaga a qualidade de um produto).

1- MAC
Entre as marcas importadas é um dos que tem preço mais em conta no mercado. 
2- Makeup Forever

Excelente qualidade o primer HD é leve e não oleoso, atenua linhas e diminui poros. 
3- La Base Pro - Lâncome
Além de minimizar poros e linhas é excelente
pois ilumina a pele deixando a perfeita para receber a maquiagem.
4- Prime Time - Bare Minerals
                     A embalagem com válvula é prática e econômica.
                    Contém vitaminas C e E, aloe e camomila, que tem ação
                    antioxidante e acalmam a pele irritada uniformizando também a textura.

5- Clinique Pore Minimizer
Clinique é uma das marcas de cosméticos de melhor qualidade.
Tenho coragem de comprar sem experimentar. Reduz os poros e
deixa a pele com a textura ideal para aplicar a makeup.

6- Chanel Base Lumiere
Consegue uniformizar até mesmo o tom da pele. Sensação aveludada.
Diminui poros e linhas de expressão.


7- Lâncome Visionnaire - Por último mas não menos importante. A minha dica especial. Este é o produto que descobri na minha última viagem. O Visionnaire é um creme anti-envelhecimento que combina todos os benefícios dos primers e ainda por cima mantém sua pele jovem. Essa fórmula avançada possui substâncias capazes de atingir camadas profundas da pele capazes de melhorar a textura e a aparência. 


Agora pare de reclamar da vida, passe uma maquiagem e vá a luta toda linda, se sentindo poderosa! Você precisa se sentir capaz para alcançar objetivos. Isso você é! 

Makeup Trends - Cílios

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por maquiagem. Inclusive muitas amigas me perguntam dicas sobre makeup's e isso que me motivou a escrever este post. Não sou uma especialista, sou uma curiosa que adora revistas e que adora testar novos produtos.


Eu poderia começar falando sobre as bases e primes que estão super em alta, produtos de excelente qualidade que evoluiram em tecnologia e fazem a maior diferença no look, no entanto, neste primeiro post sobre minhas dicas pessoais de make vou falar sobre o produto 'must have' de todas as mulheres: rímel! O poderoso!




Entre as linhas mais famosas está a super brand Lâncome. A Lâncome é excelente, e quando se trata de cosméticos é minha preferida, no entanto, muitos produtos são mais marketing do que próprio resultado.


A linha Hypnôse é uma daquelas que me decepcionou. Tem um estrondoso marketing em cima, com as famosas queridinhas de Hollywood, no entanto os resultados nem sempre são os esperados.


Hypnôse Precious Cells: Esta linha de rímel da primeira foto foi a que menos gostei de todos que já experimentei. A decepção é maior pelo fato do produto ser consideravelmente caro.




Em minha última viagem resolvi ceder e tentar novamente, e tive uma surpresa boa. Desta vez comprei outro produto, o Hypnôse Drama. Este sim eu gostei do resultado. Da um olhar mais marcado e mais volume. 




Givenchy: Este é um ótimo rímel complementar. Digo isso pois o formato do pincel é diferenciado, é uma esfera e neste caso é bom você associar o uso dele com outro que de volume.  Com este produto fica fácil alongar cílios no canto dos olhos e também os cílios inferiores. Super indico. É tudo de bom!


MAC: Lá vamos comentar sobre uma das marcas internacionais mais populares no Brasil. Bem, eu gosto de vários produtos da MAC, mas não são meus prediletos. O rímel Zoom Lash que experimentei é muito fraquinho, quase não da efeito algum. Prefiro comprar rímel de farmácia. Outro ponto negativo, todas as vezes que usei a versão waterproof do rímel da MAC senti ardência nos olhos. O que não é um bom sinal. O custo é bom, mas o benefício é pequenininho. 


Diorshow Maximizer: Este é o serum que esta na moda usar antes de passar a máscara da cor desejada. A Dior promete que este serum da volume, mas de fato o que ele realmente faz é proteger os cílios. O que é muito bom. Experimentei outras marcas e o resultado é semelhante. Acredito que é importante investir em um 'serum', mas não de muita relevância as marcas. Os resultados geralmente são muito semelhantes. E o preço bastantes diferentes. 


Lâncome Oscillation: É o rímel que vibra. É um luxo. Eu amo e adoro o Oscillation. É aquilo, ele da um alongamento maravilhoso e destaca o olhar de qualquer mulher. No entanto, seu tempo de uso é menor, e claro, quanto mais você usar, mais rápido o motorzinho que faz ele vibrar para de funcionar. Muita gente comenta que o fato dele vibrar é pura firula, mas isso é papo de quem não experimentou ou não quer gastar com um rímel de qualidade. 


Extra-Volume Collagene L'oreal: Primeira vez que experimentei e.... aprovado! Barato e eficiente. Dá volume as cílios com menos camadas do que o Lâncome Drama, que exige umas três camadas para dar destaque no olhar. 


Telescopic L'oreal: Boa qualidade e valor moderado. Não oferece os resultados prometidos na propaganda, mas cumpre seu dever, alonga os cílios e dá volume. Exige várias camadas, mas da um resultado no look bem bacana. 




Minhas sugestões são de produtos que já experimentei. Claro que existe uma infinidade de outras marcas ao redor do mundo que ainda não experimente e não tenho conhecimento para comentar, mas que talvez com o tempo eu possa vir a conhecer. 


Devo considerar que muitos produtos sofrem alterações em seus resultados devido ao mal condicionamento, ou seja, o mal uso deste produtos nas lojas em que são comercializados pode alterar a avaliação final quando chega ao consumidor. Milhares de variáveis devem ser consideradas neste ramo, mas neste blog vou partir do pressuposto que os consumidores estão sendo protegidos disso. 


Super Dica da Thay: Sempre retire a máscara dos cílios antes de dormir. Dormir com o rímel enfraquece seus cílios e pode ocasionar a queda, e não é isso que o você quer certo? Sempre use produtos indicados para a região dos olhos.



Viaje na sua trilha - Mochileiros Digitais


Toda trip merece uma trilha sonora. Um par de fones ouvido faz toda a 
diferença no seu percurso de viagem e isso não é bobagem. A música é 
capaz de marcar momentos e situações e assim funciona quando estamos 
viajando.

Eu recomendo criar uma playlist com as músicas que você mais gosta de
ouvir. É bom classificar, entre musicas relaxantes, alegres, pré festa,
energizantes e românticas. Tudo ajuda a entrar no clima de descontração 
e imersão nas emoções. É como se a música fosse capaz de exaltar as 
emoções, aliás ela é. 

A cada viagem que eu elejo uma música favorita, é natural, quando vejo 
é aquela a música. E toda vez que escuto lembro de momentos, de 
pessoas, lembro até mesmo dos cheiros, a mente recria as situações, 
mesmo que por segundos, tudo a partir de uma melodia.


Eu adoro a batida da música,
tenho uma ligação intensa com
os sons, mas gosto de sons 
energéticos, que transmitem 
energia, não sou muito 
chegada as dores de cotovelo
tradicionais músicas cults. 
Falo,sem vergonha disto.
Gosto de arte sou uma 
jornalista, gosto de apreciar 
a cultura, mas neste caso a
música faz parte da minha 
personalidade, portanto não
me afetuo a músicas somente 
por padrões culturais e sim pela 
energia que elas me transmitem.

Outro bom motivo (muito bom motivo!)
para perder um tempinho selecionando 
suas músicas antes da viagem? O companheiro de viagem ao seu lado pode
ser daqueles barulhentos, sabe? Ouvir os outros roncar é estressante para 
mim, não sei se é assim para você. Mas nestee caso eu já aprendi a lidar e 
não preciso fazer barulhos para acordar ninguém! Como se adaptar a situação?
Música é o melhor remédio. Sinceramente, ouvir música quando estou viajando
é terapeutico, sejam longas horas de avião, dentro de um trem ou ônibus é a
maneira mais agradável de se passar o tempo. 

Dependência ou a busca por mais eficiência?

Eu acredito nos benefícios dos eletrônicos e quando viajo não abro mão. 
Seja viajando como mochileira, em viagem a lazer ou a negócios, 
computador, celular e ipod são essenciais e indispensáveis em minha 
bagagem de mão. 

A verdade é que esta geração está muito mais ligada aos eletrônicos de
fato, e eu sou geração Y em todos os defeitos e qualidades (hahaha). Os 
mochileiros de hoje em dia dão grande importância a estes equipamentos
e abrem mão do espaço de outros objetos de uso pessoal para carregar
computador e eletrônicos. 

É isso o que prova uma pesquisa patrocinada pela Intel, que mostrou que
os viajantes de hoje em dia são muito dependentes de laptops, tablets e 
smartphones, cada vez mais presentes em suas bagagens. De acordo com a
matéria publica no site Olhar Digital o estudo  ouviu viajantes dos 18 até
os 66 anos de idade.

A pesquisa aponta que 44% dos 2500 participantes disseram sentir ansiedade
se viajam sem os seus equipamentos. 87% deles afirmaram também que o 
acesso a redes sociais pode melhorar uma viagem de férias. E ainda, 64% dos entrevistados disseram que deixariam de fora da mala objetos de higiene 
pessoal em prol dos seus gadgets. A principal descoberta do estudo de acordo
com os pesquisadores foi o contraste do modo que as pessoas costumavam 
viajar com o jeito que elas viajam hoje.

Uma preocupação constante dos mochileiros digitais retratada na matéria é a 
de perder os dispositivos em viagens – mais até do que esquecer o anel de 
casamento em algum banheiro de hotel. E isso de fato é minha realidade, sendo
 esta uma das minhas maiores preocupações em relação a segurança. Manter 
computador, celular e câmera sempre em segurança está entre minhas prioridades! 






A pós-viagem e o meu humor




Eu não sei se é o mês de junho que faz eu me sentir assim, ou se é o fato de eu ter acabado de chegar de uma viagem internacional que me deixam desanimadinha, em um ritmo anormal do meu viver. Isso é deprê pós viagem ou inferno astral no mês de junho? Eu não me aguento assim não.

Eu costumo estar sempre pronta, acelerada, disposta a agir. E agora, neste gelado mês de junho gaúcho, das animadas festinhas juninas, dos quentões e das canjicas eu to desacelerando?  Ansiedade, distração e impaciência estão em alta no meu mapa. Ruim para mim, que deveria estar pronta para agir e correr atrás, e ruim para aqueles que estão próximos. Pois eu admito, quando estou impaciente, só uma dose cavalar de paciência para aguentar os meus desaforos. Já sou tipicamente exigente, mas quando entro nesta fase, me agradar se torna um desafio!

Aliás, eu nunca tentei transparecer ser perfeita. Não sei por que as pessoas se surpreendem, não sou perfeita, eu tento o meu melhor. Faço o melhor que posso, mas não sou sempre boazinha e sorrio bastante, mas não, não sou assim 24 horas por dia.

O maior conflito que enfrento neste momento é que tenho milhares de idéias que não sei como extravasar para o plano real. Idéias que fervilham. Minhas experiências e essa minha geração me levam a querer tudo muito rápido, a exigir respostas imediatas. Aceitar que o tempo me leve a resposta que procuro, não me parece aceitável. Mas também acelerar as minhas necessidades não fará com que eu alcance o que quero no momento que quero.

É difícil, mas o momento exige foco e paciência. Colocar os pés no chão é a meta para aquietar esta mente aquariana!


Invadindo a terra dos vikings - Stockholm


Em minha rápida passagem por Estocolmo (apenas três dias), observei que a capital sueca honra suas qualidades mundialmente conhecidas e propaladas. A beleza de seus conterrâneos, a riqueza e a espontaneidade dos suecos em comparação a outros países nórdicos são fatos constatados em meu ponto de vista.

Noruega e Suécia, são como nações irmãs, mas sempre em uma eterna competição. A Noruega é o país considerado mais rico e a Suécia se gaba por estar a frente em relação às inovações. Noruegueses e suecos sempre tem algo a comparar, em uma conversa qualquer o nome da outra nação surge. Ao meu ver, cada país se destaca por suas pecualiaridades, gostar ou não, de um ou de outro país ou cidade dependerá da cultura de cada um, das experiências vividas que você carrega.


Estocolmo é um cidade moderna e clássica. Podemos ver na arquitetura o registro de sua história, mas também o avanço tecnológico e o acesso a produtos de todos os lugares do mundo. Eu que adoro glamour, me apaixonei. Pena que para garantir a manutenção das mordomias é preciso ter no mínimo um salário compatível com os custos de vida no país.

Lá, utilizei um dos melhores transportes públicos que já experimentei. O transporte público em Estocolmo é o melhor em relação aos países da Europa e América que já tive oportunidade de visitar. O primordial, ao meu ver, é a disposição de diversas opções de transporte para circular na cidade e também a funcionalidade do serviço público. Além disso, muito interessante o fato de jovens com menos de 25 anos terem desconto na tarifa.

Antes de chegar a Estocolmo pesquisei na internet qual transporte poderia utilizar para chegar ao meu hostel, na estação Central. O aeroporto de Arlanda fica um pouco afastado da cidade. De ônibus o tempo para chegar ao centro seria de 40 minutos e com o trem de alta velocidade chegaria em 20 minutos. Logo, prefiri fazer uma economia de 20 minutos e gastar R$10 reais a mais e escolhi o Arlanda Express.

Vi muitos comentário sobre o Arlanda Express ser caro, no entanto não achei caro como mencionaram, paguei 120 SEK. Ao entrar me senti em um trem de luxo, o Arlanda Express é super confortável, agradável, adorável! Por outro lado, se você optar pelo ônibus, o ponto positivo é que você já começa a conhecer a cidade ao sair do aeroporto.

A estadia foi ótima, fiquei no City Backpackers Hostel, ambiente super agradável, limpo e organizado. Sinceramente, parece um hotel. O único problema que encontrei lá foi o fato de não ter cortinas no meu quarto, o que me incomodou um pouco. Mas em linhas gerais é excelente e considero o melhor hostel que estive na Europa.

Não conheci a vida noturna, pois lá eu caminhava dia e noite, conhecendo a cidade e pontos turísticos, então nem tive tempo de ver como funciona a noite lá. O que percebi é que, assim como na Noruega, todas as festas e bares fecham cedo e tudo fecha após certa hora da noite. Isso é um pouco boring!

Gostaria de ter ficado mais tempo lá, e também de fazer a viagem de trem até Malmö, que muitos dizem ser linda. Suécia para mim é moderna, clássica e lindaa! Se você tem curiosidade, mas ainda tem dúvida, não perde tempo não. Vale muito a pena conhecer a capital sueca. Não crie muitas expectativas em relação a comida e faça uma poupancinha, pois as lojas lá são tentadoras e de extremo bom gosto e qualidade. Enfim, Estocolmo vale a pena! ;)











On the Edge of the Nature - Pulpit Rock





 Nesta semana conheci os Fjords noruegueses de um ângulo que eu ainda não havia conhecido, do alto de um deles. Chamada Pulpit Rock, em inglês, e originalmente denominada Preikestole é um dos pontos turísticos mais conhecidos da região. Para chegar ao local, 2 horas de caminhada intensa, com subidas, declives e escaladas. Uma incrível aventura.

 Eu estava pensando, como começar a escrever sobre um lugar que eu penso, sinceramente, que talvez eu nunca vá conseguir descrever. Estes foram os primeiros lampejos de idéias que surgiam em minha mente agitada. Mas a idéia que se fixou enfim é a de que o mundo, ou que sejam aqueles que me acompanham, tem o direito de conhecer este lugar incrível.

Para não me perder, vamos começando pelo início. Para chegar a Preikestolen, saindo de Stavanger, pegamos o ferry boat que leva cerca de 20 minutos para chegar a Tou, onde dirigimos por mais 30 minutos até chegar na área onde podemos fazer a trilha em direção a Pulpit Rock. O percurso é belissimo, ideal para se fazer em um dia de sol. Aliás, não recomendaria a ninguém fazer a trilha à Preikestole em um dia de chuva, pode ser bem perigoso.

O custo para fazer este passeio não é dos mais baratos, ms também não é dos mais caros. Se gasta 340K para ir e voltar no Ferry Boat duas pessoas de carro, mais 100K de estacionamento, mais combustivel e alimentação que você precisa trazer com você. Sendo assim você gasta no mínimo R$120,00 por pessoa para realizar todo o passeio.

A caminhada até o topo da pedra é árduo, cansativo, mas contemplativo. Você se sente um desbravador naquele lugar, pois parece que nunca ninguém passou por ali. É tudo intocado, rústico, exatamente como a natureza criou. Esta é a beleza e o encanto do lugar. Você vive ali naquele lugar a suntuosidade e magnificência da mãe natureza.

Eu sempre achei que eu tivesse medo de altura e acreditava nisto. Até chegar lá no topo e me sentir tão confortável, estando a mais de 600 metros de altura em relação a terra. Lá de cima da Preikestole você tem a melhor vista do famoso Lysefjord, um presente da natureza, inigualável.

A energia do lugar eu não sei como classifcar, é definitivamente estranha, divergente! Ao mesmo tempo que é maravilhoso é meio bizarro. O local é conhecido por ser procurado por algumas pessoas para cometer suicídio. Anualmente acontecem inúmeros casos bizarros, com pessoas de todas as idades.

Realmente da para sentir uma energia, mas não poderia dizer que é negativa. Posso dizer que foi revigorante estar lá, me senti feliz e especial, privilegiado por poder ver uma grandiosidade da natureza. Mesmo estando lá, enquanto faziamos nosso lanche, eu olhava para aquela paisagem e tudo me parecia uma fotografia, uma revista aberta em frente aos meus olhos. Mas de fato não era uma fotografia e sim a natureza real e bruta na sua mais linda forma.



The Lysefjord

 
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