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Ligada em moda e na economia, do supérfluo ao essencial, eu gosto daquilo que brilha e daquilo que me inspira.

Viaje na sua trilha - Mochileiros Digitais


Toda trip merece uma trilha sonora. Um par de fones ouvido faz toda a 
diferença no seu percurso de viagem e isso não é bobagem. A música é 
capaz de marcar momentos e situações e assim funciona quando estamos 
viajando.

Eu recomendo criar uma playlist com as músicas que você mais gosta de
ouvir. É bom classificar, entre musicas relaxantes, alegres, pré festa,
energizantes e românticas. Tudo ajuda a entrar no clima de descontração 
e imersão nas emoções. É como se a música fosse capaz de exaltar as 
emoções, aliás ela é. 

A cada viagem que eu elejo uma música favorita, é natural, quando vejo 
é aquela a música. E toda vez que escuto lembro de momentos, de 
pessoas, lembro até mesmo dos cheiros, a mente recria as situações, 
mesmo que por segundos, tudo a partir de uma melodia.


Eu adoro a batida da música,
tenho uma ligação intensa com
os sons, mas gosto de sons 
energéticos, que transmitem 
energia, não sou muito 
chegada as dores de cotovelo
tradicionais músicas cults. 
Falo,sem vergonha disto.
Gosto de arte sou uma 
jornalista, gosto de apreciar 
a cultura, mas neste caso a
música faz parte da minha 
personalidade, portanto não
me afetuo a músicas somente 
por padrões culturais e sim pela 
energia que elas me transmitem.

Outro bom motivo (muito bom motivo!)
para perder um tempinho selecionando 
suas músicas antes da viagem? O companheiro de viagem ao seu lado pode
ser daqueles barulhentos, sabe? Ouvir os outros roncar é estressante para 
mim, não sei se é assim para você. Mas nestee caso eu já aprendi a lidar e 
não preciso fazer barulhos para acordar ninguém! Como se adaptar a situação?
Música é o melhor remédio. Sinceramente, ouvir música quando estou viajando
é terapeutico, sejam longas horas de avião, dentro de um trem ou ônibus é a
maneira mais agradável de se passar o tempo. 

Dependência ou a busca por mais eficiência?

Eu acredito nos benefícios dos eletrônicos e quando viajo não abro mão. 
Seja viajando como mochileira, em viagem a lazer ou a negócios, 
computador, celular e ipod são essenciais e indispensáveis em minha 
bagagem de mão. 

A verdade é que esta geração está muito mais ligada aos eletrônicos de
fato, e eu sou geração Y em todos os defeitos e qualidades (hahaha). Os 
mochileiros de hoje em dia dão grande importância a estes equipamentos
e abrem mão do espaço de outros objetos de uso pessoal para carregar
computador e eletrônicos. 

É isso o que prova uma pesquisa patrocinada pela Intel, que mostrou que
os viajantes de hoje em dia são muito dependentes de laptops, tablets e 
smartphones, cada vez mais presentes em suas bagagens. De acordo com a
matéria publica no site Olhar Digital o estudo  ouviu viajantes dos 18 até
os 66 anos de idade.

A pesquisa aponta que 44% dos 2500 participantes disseram sentir ansiedade
se viajam sem os seus equipamentos. 87% deles afirmaram também que o 
acesso a redes sociais pode melhorar uma viagem de férias. E ainda, 64% dos entrevistados disseram que deixariam de fora da mala objetos de higiene 
pessoal em prol dos seus gadgets. A principal descoberta do estudo de acordo
com os pesquisadores foi o contraste do modo que as pessoas costumavam 
viajar com o jeito que elas viajam hoje.

Uma preocupação constante dos mochileiros digitais retratada na matéria é a 
de perder os dispositivos em viagens – mais até do que esquecer o anel de 
casamento em algum banheiro de hotel. E isso de fato é minha realidade, sendo
 esta uma das minhas maiores preocupações em relação a segurança. Manter 
computador, celular e câmera sempre em segurança está entre minhas prioridades! 






A pós-viagem e o meu humor




Eu não sei se é o mês de junho que faz eu me sentir assim, ou se é o fato de eu ter acabado de chegar de uma viagem internacional que me deixam desanimadinha, em um ritmo anormal do meu viver. Isso é deprê pós viagem ou inferno astral no mês de junho? Eu não me aguento assim não.

Eu costumo estar sempre pronta, acelerada, disposta a agir. E agora, neste gelado mês de junho gaúcho, das animadas festinhas juninas, dos quentões e das canjicas eu to desacelerando?  Ansiedade, distração e impaciência estão em alta no meu mapa. Ruim para mim, que deveria estar pronta para agir e correr atrás, e ruim para aqueles que estão próximos. Pois eu admito, quando estou impaciente, só uma dose cavalar de paciência para aguentar os meus desaforos. Já sou tipicamente exigente, mas quando entro nesta fase, me agradar se torna um desafio!

Aliás, eu nunca tentei transparecer ser perfeita. Não sei por que as pessoas se surpreendem, não sou perfeita, eu tento o meu melhor. Faço o melhor que posso, mas não sou sempre boazinha e sorrio bastante, mas não, não sou assim 24 horas por dia.

O maior conflito que enfrento neste momento é que tenho milhares de idéias que não sei como extravasar para o plano real. Idéias que fervilham. Minhas experiências e essa minha geração me levam a querer tudo muito rápido, a exigir respostas imediatas. Aceitar que o tempo me leve a resposta que procuro, não me parece aceitável. Mas também acelerar as minhas necessidades não fará com que eu alcance o que quero no momento que quero.

É difícil, mas o momento exige foco e paciência. Colocar os pés no chão é a meta para aquietar esta mente aquariana!


 
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