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Ligada em moda e na economia, do supérfluo ao essencial, eu gosto daquilo que brilha e daquilo que me inspira.

Girls on Fire

Nas últimas semanas, a música da Alicia Keys se multiplicou por aí, reproduzida nos milhares de compartilhamentos, a mulherada se sentiu em chamas.  Comecei a reparar mais, escutar mais, ouvir mais. Não é apenas a música da moda, que toca na novela das 21h, mas também a trilha que diz muito sobre as mulheres desta geração.

Eu concordo que a televisão é uma mídia de massa que atinge milhões de pessoas, e a música que toca na principal novela da Rede Globo vai atingir milhares de pessoas. A questão não é essa. O olhar é outro.

As mulheres que se identificaram com esta música, a maioria ta achando a novela um saco, ou nem assiste, vive na internet e trabalhando ou estudando, ou talvez até ache legalzinho o cabelo da Cléo Pires (rsrs).

Falamos aqui das mulheres intensas, que apesar de temerem sim que tudo de errado no próximo passo, ainda sim, agem como se não tivessem medo, o encaram, olha nos olhos. Não abaixa a cabeça. Uma aventureira, que anda sobre o fogo? Mais ou menos por aí. Mulheres modernas, que estudam, amam, viajam pelo mundo e batalham profissionalmente em busca de um lugar ao sol. Sem medo algum do pódio e da evidência. Ela quer reconhecimento por enfrentar os desafios que enfrenta. Por ser fogo, e não ar.

É fato que o sexo feminino se fortaleceu, mas continuam sensíveis. A verdade mesmo, mulheres e homens, é que as mulheres mudaram. Continuam mudando. E mais do que nunca, querem o reconhecimento de que são diferentes. A sensibilidade feminina sempre permanecerá, a não ser que se instigue a frieza humana a tal ponto de extinguir os sentimentos a flor da pela.

Acredito que a música traz um pouco disso, existe ainda sentimentos onde há força, e por isso, somos mulheres. Lágrimas podem ainda escorrer pelo rosto, por coisas simples, até banais ou intensas. Estamos mais fortes, mas não perdemos nossa essência feminina.

Glamour Goth no Outuno

Chegamos ao Outuno e as coloridíssimas peças de verão começam a mudar de  prateleira em nossos armários para dar lugar a novas peças e tendências que chegam às vitrines e araras do Brasil. Um estilo que eu tenho visto muito, e adorado de paixão, é este estilo meio gótico.

Nas roupas e acessórios estamos vendo muito preto, verde militar, spikes e caveirinhas misturadas com brilho e peças fashions. O legal desta tendência é que além de favorecer o pretinho básico, que todo mundo tem, ainda dá maior liberdade a quem está aderindo.

O "Glam Goth" ou "Gótico Glam" também tem como marca o brilho, o dourado, e um dark mais soft e sexy, além de permitir o uso de umas peças coloridas. Couro para homem e mulher, camisas com frases despojadas, as tradicionais botas que compõe o look, os tênis estilo Converse combinam muito, salto alto para as glamourosetes, pulseirismo, olho de gata, calças coloridas. É ou não é tudo 
para o Outuno? Liberdade de escolha é a tendência. Eu AMO! =D


Nestas imagem o que quero mostrar para vocês são as 
unhas, as pulseiras com spikes e caveirinhas, e a
 maquiagem utilizada nos olhos. Tu curte?




Olhos marcados, boca também



Outra dica que de make que já está na boca das Divas são os batons na tonalidade uva e lilás. Marcantes ou transparentes, o importante é combinar melhor com o seu tom de pele. Eu experimentei um da MAC, meio transparente e adorei!

Essas duas estrelas de Hollywood demonstram bem a principal ideia desta tendência. 
Você quer se sentir glamourosa e poderosa? Experimenta!  



A Indústria Cultural para Adorno


Theodor Adorno, filósofo e sociólogo alemão, é leitura essencial na graduação nas áreas de formação das Ciências Sociais e Humanas. Durante a minha graduação, o estudo sobre o termo Indústria Cultural foi tema recorrente, e permanece sendo. Adorno junto com Horkeheimer é considerado um dos críticos mais ácidos dos modernos meios de comunicação de massa e é inegável a sua importância na formação do conhecimento.

No livro A Indústria Cultural e a Sociedade, Theodor Adorno desenvolve um discurso crítico em relação a sociedade pós-moderna, que segundo o autor, é consumida e deturpada gradativamente pela indústria da cultura. No estudo, o teórico intensifica a crítica a ideia mercadológica agregada aos costumes e tendencias da contemporaneidade, e evidencia uma visão pessimista a cerca das relações.

No discurso, a hierarquização e rotulação de modelos “politicamente corretos” surge para realizar o controle efetivo dos dominados. Nesse contexto é feita uma alusão a importância de se estar em conformidade com as tendências para manter-se inserido na sociedade.
Na análise, a industria cultural absolutiza a imitação e as produções em série que podem ser melhor administradas. As proposições atuantes no mercado, neste caso, impedem a formação de indivíduos autônomos, capazes de julgar e de decidir conscientemente com isenção de conceitos préviamente formulados.

É exposto também, a derrocata dos valores humanos, deixados de lado em prol do  apego ao interesse econômico. Neste posicionamento as leis de mercado passam a reger a sociedade, como regras de conduta essencias para sobrevivência da humanidade.

Para Adorno, a Industria Cultural está inserida na rotina das pessoas e convive diariamente massificando. Na percepção de que a tirania deixa livre o corpo e investe sobre a alma, entende-se que o homem pode acreditar ser livre para fazer o que quiser, mas se nao se adaptar será massacrado pela exclusão economica e social. A intenção do autor é apontar que não há real liberdade se você está o tempo todo mantido sob um regimento ou orientação. Vive-se sob a égide do consumo, traspor a idéia é dificil.

De acordo com o estudo, as massas engandas, de hoje, são mais submissas ao mito do sucesso do que os próprios afortunados. O homem quando excluído da industria é facilmente convencido de sua ineficiência e se torna mais suscetível aos conflitos externos e internos, pela falta de referências.

Os elementos inconciliáveis da cultura, arte e divertimento, são reduzidos a um falso denominador comum que sugerem identificação em um contexto de descontrução. A sobrevivência do merccado se da em intensificar tendências em prol do capitalismo. Para se sentir engajado, o indivíduo se adapta a identidade aceitável, em uma  condição em que a identidade costura o sujeito a estrutura.

Para Adorno, o homem não passa de mero instrumento de trabalho e de consumo, ou seja, objeto. O homem é tão bem manipulado e ideologizado que até mesmo o seu lazer se torna uma extensão do trabalho. Nessa sistemática, beneficiada pelo ato de instigar necessidades, o homem convive com a sensação de insatisfação. As “coisas”, sonhos de consumo, efêmeras e solúveis são facilmente superadas por outro desejo idolatrado pelo mercado.

O questionamento continuo a cerca destes valores é essencial. A compreensão exige uma intensa reflexão e questionamento a respeito da maneira como muitas vezes, sem resistir, absorvemos conceitos externos e abdicamos de características inerentes a cada um.




Make it Shine Garota Dourada - Dicas para ficar iluminada neste Verão

Conquistar um bronzeado com pele dourada, da cor que dizem que é do pecado, de tão desejada, não se garante somente se expondo ao sol. Há uma série de truques e agora cosméticos capazes de deixar sua pela mais bonita, macia e iluminada, do jeito que toda Cosmopolitan Girl em tempo de verão no Hemisfério Sul merece!

Observando e lendo, eu garimpei dicas de makeups, cremes e óleos corporais capazes de iluminar, sem exageros (tudo depende do seu bom senso), e que podem deixá-la mais bela para desfilar pelas praias e clubes da sua cidade. 

O dourado entrou com tudo em 2013. Inclusive na virada do ano, a cor que mais vi nos modelitos fashions das frequentadoras de Florianópolis foi o dourado, que permanecerá reinando neste verão, em estampas, acessórios, unhas e looks. 

Para garantir o resultado mais próximo da perfeição almejada é importante evitar refrigerantes e bebidas alcoolicas e aliar uma alimentação rica em vitaminas e o mínimo possível de gorduras. Afinal, aquilo que você ingere reflete sim na sua pele e no seu brilho, iluminem-se! ;) 


1. Óleo Corporal Iluminador de Monoi do Tahiti Nars 












2. Óleo Corporal Efeito Iluminador L' Occitane 
















4. MAC Mineralize Skin Finish para o Rosto - Ideal para acabamento da maquiagem
















5. Gloss Ultrabrilhante - Sparkle D'OR Chanel

















Nunca deixe de usar protetor solar. Lembre-se, você não quer uma pele linda somente hoje, você quer uma pele saudável e sem manchas de sol hoje e sempre. 

Inside Floripa - Por dentro de uma das festas mais badaladas do País



O feriado de final de ano é o período ideal para festejar, e o almejado descanso não é bem o objetivo dos jovens que tem como destino Florianópolis, a capital catarinense mais badalada entre os VIP's. Este ano repeti a virada mágica em Floripa em uma das festas mais badaladas da Ilha, o Reveillon Première.

Este foi o meu segundo ano consecutivo lá e posso dizer que as expectativas foram superadas comparadas ao ano passado. Primeiro porque o tempo virou e contrariou as previsões meteorológicas. Na hora da virada, o céu estava limpo, não tinha chuva, estava um clima ótimo!

Outro ponto favorável é que toda a organização da festa esteve em harmonia, apesar de alguns momentos complicados na hora da retirada de bebidas na pista, logo a questão foi solucionada e não havia mais nenhuma complicação na retirada.

Os looks das glamourosas estava impecável como sempre. O interessante é que apesar de extremamente glamouroso em virtude da presença de um público selecionado e muito bonito foi possível registrar diferentes looks, dos despojados ao social chic. A divulgação de que no local se encontrariam as mulheres mais lindas do país provavelmente não deixou os marmanjos decepcionados, mas sim animados, pois correspondeu as expectativas.

No quesito buffet e open bar houve controvérsias. As bebidas do Open Bar eram de primeira linha, vodka, energético, champagne, wisky a vontade e após solucionada a distribuição tudo ocorreu bem. O Buffet é que contrariou um bocado os presentes, pois muita gente nem chegou a conferir o que estava sendo oferecido. A festa iniciou as 21h e para quem chegou após a 22h já era um pouco difícil encontrar os aperitivos. A realidade é que em uma festa desta dimensão, com cerca de 3 mil pessoas, é muito difícil alimentar um grande público.

Entrando no critério diversão e música a line-up do evento foi animação total. Até as 7horas da manhã seguinte o dj internacional Godwill, A Liga, Fade In, Cyrus Becker, Eduardo Schwartz e Rafael Pigozzi animaram o público que estava nas Pistas, nos Camarotes e nos espaços disputados do Backstage.

O Reveillon eletrônico de Floripa ganha ano após ano mais reconhecimento de figuras públicas nacionais e internacionais. Não é atoa que os cliques dos fotógrafos não param por um minuto por lá. Para quem gosta de badalação aliado a exclusividade este é um dos melhores lugares do país para se estar. Floripa is the place to be! ;)

xxx



PEC 37 - Nova Constituinte?


Nova Constituinte? - IBSEN PINHEIRO


ZERO HORA - 28/11/2012


Tramita na Câmara dos Deputados em alta velocidade uma proposta de emenda constitucional que estabelece o monopólio da investigação criminal para a Polícia Federal e as polícias civis dos Estados, afetando diretamente a competência concorrente atribuída a diversas outras instituições públicas vinculadas a todos os poderes da República.

A Constituinte debateu exaustivamente o tema, praticamente esgotando-o para consagrar a noção de que o combate à criminalidade deve ser plural, uma incumbência de todo o aparelho estatal, para ser mais efetivo e para que se exercite o controle recíproco que é da própria natureza das instituições públicas, prevenindo, assim, o risco, sempre presente, de apropriação criminosa de parcela do poder estatal, como infelizmente acontece. Assim é, por exemplo, que a Receita investiga os crimes fiscais e o IBAMA averigua os crimes ambientais, cada qual chamando a polícia quando necessário.

Em 87/88, as polícias civis sustentaram a posição perdedora. Estarão pretendendo uma nova Constituinte? Estranho é que só o Ministério Público tenha feito a condenação formal da emenda invasiva, talvez por sua vocação histórica para a repressão criminal, vinculada à sua própria origem, e também por perceber que a mais recente das suas atribuições, criada pela Constituição de 88, poderá perder todo o sentido. Como exercer o controle externo da atividade policial se o monopólio pode transformar essa mesma atividade numa caixa-preta?

A argumentação que sustenta a PEC 37 é tão precária quanto a sua redação, lembrando-me o ilustre senador gaúcho Mem de Sá, que classificava um adversário de velho desafeto da verdade e da gramática. Juntando sujeito no singular e verbo no plural, esse é o menor dos pecados da PEC 37. O maior é prevenir-se contra a reação parlamentar ao esvaziamento das CPIs, afirmando que não haveria a revogação tácita de sua competência de exercer os poderes próprios das autoridades judiciais. Não seria tácito, o conflito insólito seria expresso para nulificar qualquer invasão do monopólio que se pretende erigir. O próprio Judiciário ficaria adstrito à competência única de chamar a polícia, privado até da alternativa jocosa criada pelo gênio de Chico Buarque.

A emenda só não tem um defeito, o da burrice. É esperta quando procura arreglar-se com suas futuras vítimas, os parlamentares e os magistrados, o que faz disfarçadamente, mas para não correr o risco do atrevimento, não é nada tácita e preserva expressamente a competência dos militares na matéria. Ninguém é de ferro.

A PEC 37 e sua sustentação concentram o ataque no órgão que por sua própria natureza coleciona atritos, o Ministério Público, essa instituição que não prende nem solta, muito menos condena ou absolve, mas que no cumprimento de suas ásperas atribuições constitucionais obriga-se a questionar quase a tudo e a todos, colecionando inimigos quando erra e mais ainda quando acerta.

NB - Todo este debate na Câmara dos Deputados seria desnecessário se na Mesa ou na Comissão de Justiça se tivesse invocado o dispositivo constitucional do art. 60, 4, III, no qual se veda a tramitação de emenda atentatória à separação dos poderes, que é o que escancaradamente faz a PEC 37 ao subordinar o juiz e o promotor à orientação do delegado.


Informação x Conhecimento



Nos últimos meses tenho me dedicado a pesquisa, uma pesquisa voltada para a busca do conhecimento e não meramente da informação, como se resigna a maior parte dos trabalhos jornalísticos. No processo de produção da notícia e da busca por informação, os deadlines e prazos de entrega se encurtam a medida que a velocidade com que as notícias se propagam aceleram e se disseminam. 

Todos querem participar daquele momento do registro da história, informar, se sentir informado, estar preparado não somente para entrevistar, mas também para ser entrevistado pelos curiosos, que inevitavelmente criam expectativa quando conversam com um jornalista. 

A sociedade espera que os jornalistas saibam sobre quase tudo, que seja um intelectual, político e dotado de um senso crítico afiadíssimo. Isso glamorisa, encanta, hipnotiza. Não vou mentir aqui, isso é ótimo, adoro todas estas características, mas sou daquelas que gosta de honrar os títulos e atribuições e não me contento com o superficial, agora estou atrás do conhecimento. 

Neste mês de outubro participei de dois eventos na área da comunicação em São Paulo. O primeiro foi a 68ª Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que se propôs discutir o futuro do jornalismo e da profissão e o II Congresso Internacional de Comunicação e Consumo, organizado pela ESPM São Paulo.

Dois eventos distintos, com fins e propósitos diversos, tratando do mesmo campo: a Comunicação. Ambos encontros poderiam contribuir para o desenvolvimento de conhecimento aplicável e acumulável, para ser transmitido e disseminado, no entanto o que percebi foi evidente, interesses comerciais ainda caminham em caminhos distintos dos percorridos pelos ansejos acadêmicos. 

Enquanto a SIP procurou colocar a baila as opiniões comerciais de painelistas e palestrantes renomados, no alto de seus cargos de chefias das grandes redações e veículos de comunicação, o Congresso procurou através de pesquisas, expor situações cotidianas, estudos de caso, instigar o real debate que a comunicação necessita na Era da Informação, levantando tema de extrema relevância e valor social: o consumo nas mídias.

Jornalista com diploma ou sem diploma? 

Eu não crítico o evento realizado pela SIP como um todo, tiveram sim ideias interessantes a serem compartilhadas, principalmente ao que se refere ao investimento em novas tecnologias e em profissionais que trabalham com multiplataformas. 

No entanto, no meu ponto de vista o debate privilegiou a exposição de uma ideologia dominante economicamente, exigente e por que não hipócrita se levarmos em conta tantas contradições ao se exigir elevado grau das técnicas dos profissionais mas desprezar a necessidade de diploma para a profissão?

Eu admiro todos os profissionais que estavam lá presente. Eu admiro aqueles que se destacam, procuro conhecer o caminho daqueles que alcançam o sucesso para me inspirar. Mas trilharei meu caminho agregando bons exemplo as minhas iniciativas e ideologias.

Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, admirável profissional, falou sobre questões inerentes a profissão ao destacar a importância de aliarmos conhecimentos teóricos clássicos da comunicação ao conhecimento tecnológico e informacional. Apesar desse reconhecimento, ao ser questionado sobre sua opinião a respeito da necessidade de diploma para exercer a profissão como jornalista profissional, Gandour foi categórico: "sou contra a necessidade do diploma". 

De pronto Gandour respondeu a pergunta, frente a dezenas de jovens estudantes de comunicação, chocados, que investiam tempo do seu domingo para ouvir os profissionais que acreditam admirar. Eu? Fiquei decepcionada e cheia de dúvidas.

Primeiro gostaria de saber: aqueles profissionais que não passam pela formação acadêmica, onde temos profissionais capacitados para nos orientar, de onde tirarão conhecimento sobre as teorias clássicas do conhecimento? Qual seria o território ideal para entrar em contato com as tecnologias? Para a prática ser acessível aqueles que sonham desempenhar a profissão mas não nasceram em família renomada?

Se as Faculdades e Escolas no Brasil oferecem uma educação ineficiente será isso responsabilidade dos estudantes que acreditam estar investindo no conhecimento? Em um país que depende de cotas para garantir inclusão e acesso a educação é no mínimo contraditório negar a necessidade de diploma para exercer profissão de elevada importância social e econômica para o país. 

Esperança na pesquisa acadêmica

Em um contraponto do desgosto que foi assistir aos renomados profissionais, tive oportunidade de resgatar minhas esperanças ao assistir a apresentação de trabalhos acadêmicos sobre consumo na comunicação. A partir de pesquisas, reflexões, debates, estudos de caso, diversos estudiosos apresentaram seus trabalhos no II Congresso Internacional de Comunicação em Consumo na ESPM, resultado de esforço, de abdicação e de muita pesquisa.

Guillermos Orozco, pesquisador de processos de recepção, comunicação e educação da Universidade de Guadalajara - México, que esteve presente no congresso, fez uma excelente participação, de forma sucinta e didática apresentou questões sobre o futuro não só da comunicação, como da educação. Orozco destacou aspectos sobre reação interativa nas mídias e o lado positivo das chamadas transmídias e criticou o fato da comunicação na América latina ser ainda utilizada na manutenção da hegemonia do poder. 

Minha impressão é que falta sinergia do mercado com o conhecimento. Não precisamos somente de profissionais no Brasil, precisamos também de uma economia interessada em investir para ter bons profissionais no futuro. Como diz o Prof. Dr. Jorge Gonzàlez de forma bastante simples, não se produz conhecimento, como se faz um pão de queijo. Conhecimento exige esforço, interesse, investimento,pesquisa e tempo.  

O importante aqui não é somente criticar. O meu desejo mais intrínseco e verdadeiro é contribuir para ampliar as arenas de conhecimento e de debate de maneira que eu possa contribuir algum dia para estimular a busca por mais qualidade de informações no jornalismo, valorizar profissionais que atuam nesta profissão e principalmente estimular a comunicação. 




 
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