A vontade de viver novas experiências fora do meu país de origem sempre foi um sonho. Ou pelo menos começou a se tornar um a partir do momento que comecei a criar consciência dos meus desejos. Também acredito que tudo desde nossa infância colabora para a construção da nossa história, com experiências bem sucedidas e mal sucedidas, sei que isso nos leva a caminhos pessoais. O percurso é traçado individualmente se você se deixar simplesmente levar pelos seus sonhos.
É difícil seguir um sonho, não é fácil. Alguns são mais fáceis do que outros, mas a verdade é que cada ser humano desenvolve suas limitações de acordo com aquilo que suporta ou não lidar. Eu sei que meus dias na Escandinávia não tem sido fáceis desde que cheguei.
Sempre me imaginei aqui, mas estar realmente aqui é completamente diferente. Ganhei uma nova família neste lugar, mas ainda assim é tão complexo fazer realmente parte de tudo isso. Talvez seja um dos países mais contrastantes com o Brasil, talvez... Sei que talvez, esse tipo de experiência não entre muitas vezes em um currículo caso você não trabalhe no lugar, mas sinceramente, é um ensinamento de adaptação e criação de modelos de comunicação incrível!!!
Hoje eu não me sinto mais uma jornalista, eu me sinto uma comunicóloga. Essa é a minha maior motivação nesta vida, continuar levando a todos os lugares que eu for uma nova informação, um novo aprendizado e uma nova lição de vida para mim mesma.
Preciso confessar que a minha profissão e a conquista dos meus sonhos são, neste momento, as coisas mais importantes para mim. O que também preciso admitir não muda o fato de eu sentir falta de amar. Como faz falta um amor, um carinho, um olhar verdadeiro, um abraço apertado e caloroso. Tenho pensando nisso e não vejo isto como um problema. Eu acho normal. Acho estranho quando as pessoas estranham o fato de sentir falta de amar.
Sou uma sonhadora desde pequena. Lembro que desde os meus 10 anos eu costumava escrever em meu diário os meus sonhos e desejos. Eu imaginava histórias em minha mente e as escrevia. Eu até sofria com meus contos infanto juvenis criados por mim mesma em minha mente cheia de imaginação.
Agora já sou adulta e tento fazer com que meus contos imaginários partam para o plano real. Quem sabe eu não ache um príncipe inglês, encantador e inteligente no meio do caminho?! hahahaha... Para a imaginação não há limites, nem para nosso coracão. Para finalizar eu só gostaria de dizer que eu permaneço sonhando e permanecerei, na realidade dura ou em minha imaginação, será tudo em vão ou não...





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